domingo, 28 de agosto de 2016

legislação trabalhista arcaica e uma jurisprudência da justiça do trabalho que viveu as ultimas décadas extorquindo, para penalizar quem pretendeu empreender alguma coisa ou desenvolver qualquer projeto de prosperidade.
É realmente necessario repensar a relação capital trabalho, e não é a intimidação que farão os empresarios se disporem a oferecer direitos trabalhistas, direito subtende-se deveres como reciprocidade, e somente baseada na produção e no resultado que uma relação justa poderia acontecer. O pensamento antiquado e truculento que entende esta relação baseada no confronto  faz com que: - os conflitos acentuaram-se e a humanidade cada vez mais tem o futuro incerto. 

O discurso do conflito como estratégia adequada na relação capital - trabalho se mostrou equivocada e deu errada, um dos efeitos visíveis disto é que extinguem postos de trabalho "contratando máquinas" e que empregam essa "economia" na redução dos preços dos seus produtos, inviabilizando, assim, que a concorrência permaneça empregando mão de obra humana, provocando, no mercado de trabalho, um "efeito dominó".

A intimidação não viabiliza qualquer privilegio, quem da privilegio somente o faz mediante o mérito, excetuando os políticos, obvio, é assim que funciona a democracia e o capitalismo.
Um dos méritos dos tempos de crescimento econômico e das políticas sociais do governo foi garantir que a chamada nova classe média pudesse olhar no longo prazo e planejar o futuro. Segundo especialistas em baixa renda, os 35 milhões de brasileiros que saíram da pobreza tiveram acesso não apenas ao iogurte e ao televisor de 42 polegadas. Finalmente puderam almejar o ensino superior, a casa própria em área com infraestrutura básica e assumir gastos fixos com serviços mais sofisticados - como a internet, que amplia a rede de amigos e as oportunidades de trabalho. Mas a recessão que ronda o País pode comprometer a escalada na pirâmide social.
Durante a crise dos anos 80, ficou famoso o engenheiro que, sem perspectiva de atuar na área, abriu uma lanchonete na Avenida Paulista, em São Paulo, e batizou o local de O Engenheiro que Virou Suco. Souza espera que, após tanto esforço, não se forme para ser o engenheiro que virou chope.
O que há de novo hoje em dia? Um grande contingente que não se enquadra nos modelos acadêmicos. Desde que podem se conectar, adquirem conhecimentos acerca da vida prática de países desenvolvidos, vêm como as coisas acontecem disfuncionaelmente por aqui, seja em que área for, e não se identificam com quaisquer discursos ideológicos proferidos... simplesmente porque eles não cabem em sua experiência cotidiana... detestam sim esse ideário do coitadismos, das bolsas e das cotas, apesar de alguns serem deles beneficiados, porque já sentiram ne pele que  - até pode ser que essa "ajuda" inicial lhes beneficiem - mas depois eles estão por si só e para conseguirem sobreviver é necessário o mérito sim. É necessário que sejam bons, é necessário que sejam desafiados a se superarem.
E o velho discurso do confronto morre por si mesmo.

Novos tempos.

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