As politicas econômicas que vigoram no mundo são uma mistura de Keynes e Hayek, porem o que verdadeiramente predomina, são os interesses daqueles que detem o poder.
Aqui no Brasil.
Se a consolidação das leis do trabalho que unificou a legislação trabalhista em maio de 1943, foi uma coisa boa para o sistema financeiro e para a prosperidade do País, porque ainda hoje a informalidade da classe trabalhadora é extremamente elevada e porque as empresas de grande porte e as multinacionais terceirizam a maior parte de suas atividades?
Independentemente da força politica que esteja no poder o capitalismo brasileiro é de Estado, improdutivo e caçador de rendas. Exigindo do Brasil em particular que se desdobre mais do que os outros países no mundo, para se adequar a nova ordem mundial, o capitalismo reestruturado, que exigem as sociedades contemporâneas.
A situação chegou neste ponto porque desde Getulio os politicos vem criando leis demagogicas e oportunistas, para sairem bem na foto, e se manterem mamando nas tetas dos bens publico. Nasceu o politico profissional e a informalidade. Sindicatos fortalecem categorias de trabalhadores, quem não faz parte do corporativismo sindical fica desprotegido e relegado as inteperies economicas. Como não é possivel favorecer todos os trabalhadores brasileiros com estas leis demagogicas a informalidade não acaba.
Politicos oportunistas criam leis demagogicas sem se preocupar quem paga a conta e deu no que deu.
Falar em proteção do trabalho sem considerar o problema de forma abrangente é antes de tudo oportunismo e corporativismo, do que solução efetiva e eficaz para os empresários e para os trabalhadores
As esquerdas morimbundas encontram-se desnorteadas como o passarinho hipnotizado pela serpente, a bem da verdade não se pode afirmar que não tiveram a chance de impedir a hecatombe que lhes caiu em cima. Os unicos responsaveis pela situação dramatica que se encontram são os representantes da propria esquerda. Os interminaveis discursos maniquesitas do passado, hoje não fazem mais qualquer sentido.
Como romper com a inércia que mantém as intituladas forças progressistas no mundo em rota descendente e paralisadas por inação incontrolável?
Os equívocos que levaram a situação atual, podem ser sintetizadas: um sindicalismo excludente e indutor de catapultar ao poder seus dirigentes, manutenção da forma de governo que utiliza do fisiologismo como forma de governança, projeto econômico que priorizou o credito para o consumo em vez do credito para a produção e geração de emprego, favorecendo mais uma vez o rentismo em detrimento da produção. E a puxada do tapete definitivo a nova geração de juízes, promotores e delegados de policia não cooptados pelo poder. A opinião publica esta estabelecida em cima de nova catarse que gera repudio ao sistema político de governo tradicional e como consequencia da falência da economia que influi diretamente em sua vida. Diante da ascensão inevitável do conservadorismo, inexiste novo projeto sócio econômico que arregimentasse novamente as pessoas, os grupamentos e as massas da sociedade. A situação atual assemelha-se a uma espécie de limbo, colhe-se os frutos do passado e não se vislumbra o futuro.
A resposta talvez fosse mais simples do que se esperasse.
Até na questão ambiental os equivocos são gritantes e vozes messiânicas insistem em salvar o mundo, invariavelmente escorados em teorias construídas em cima de premissas mal formuladas qdo não definitivamente erradas.
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